Areia e vento.
Sou criança de orfanato, levado pelo barraco,
de pele e ossos, tato e coração!
Empresto-me para o mundo,
para o cheiro, ar e pessoas.
Algo deixam comigo, outrora, levam de mim.
Carrego âncoras, as dores e amores meus,
ora, amei com tudo que tinha (enho) !
Por vidas, fui de belas e formosas,
de janeiro a janeiro, não soube quem era.
E quem dirá que sou de alguém?
a não ser de mim. Meu!
O movimento se confunde,
o que foi já não é, e não voltará a ser,
se perdeu!
Fica comigo, Minha Poesia.
Amo as dores do passado,
mas não como as do presente..
Dança a música certa, na errônea melodia,
a vida se explica vivendo,
O que amas vai te consumindo...!
de pele e ossos, tato e coração!
Empresto-me para o mundo,
para o cheiro, ar e pessoas.
Algo deixam comigo, outrora, levam de mim.
Carrego âncoras, as dores e amores meus,
ora, amei com tudo que tinha (enho) !
Por vidas, fui de belas e formosas,
de janeiro a janeiro, não soube quem era.
E quem dirá que sou de alguém?
a não ser de mim. Meu!
O movimento se confunde,
o que foi já não é, e não voltará a ser,
se perdeu!
Fica comigo, Minha Poesia.
Amo as dores do passado,
mas não como as do presente..
Dança a música certa, na errônea melodia,
a vida se explica vivendo,
O que amas vai te consumindo...!
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