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Mostrando postagens de abril, 2012
Ansiosamente, olhos procuram poesia. Cor de mata recém molhada, os olhos têm. Aos olhos, digo: Que poesia jamais foi escrita senão os dias? os que dias que nossos são! Os dias que lhe falo Há o que não sabes, amor da minha vida? anciosamente, repito, o quanto te quero, meus olhos!