Farol de um metro e meio.
Que orquestra sinfônica, abriram em mim, caminhos desconhecidos, e tiraram-me, pelos dedos, do chão. Meus olhos, que juravam visto de tudo, de luz, cegaram! Faltou ar por dentro, e no estômago, sim, centenas de borboletas! Que perfeita combinação, essa curva tão apaixonante, feito melodia, me tocando. E calou-se o poeta, mas em mim, tenho todas as poesias do mundo, quando, hoje, pra mim você sorriu.