Na vitrine ofuscando meu olhar uma máscara me escolhe. Ela sorri para mim fria e vazia. Ao baile vou mascarado e não escuto a música o trago não desce e a fumaça acaba com o que resta de minha vida. Todos sorriem com máscaras empunhando espadas. Uma máscara igual a minha sozinha me encara e diz algo pelo plástico: Acho que essa máscara não coube em você.