Escreve apaga Escreve apaga Escreve apaga Escreve apaga Escreve apaga Escreve apaga Escreve apaga Escreve apaga Apaga.
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Mostrando postagens de janeiro, 2019
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Deveria, se assim me permito nem começar o seguinte canto quem sabe por um devaneio descubras que em nós como na literatura há muito de Werther e Carlota Vai dizer que a delicadeza os traços e as cores que como um sábio que cuida arruma seus cachos não são para meu par olhos atrair? Percebi que por mais que esse verso não fosse um arranjo e a poesia nunca houvesse sido lida de nada importaria uma vez que os poemas se escrevem sozinhos quando me pego nos seus olhares que cantam para mim e desde que sinto tua doçura sou outro.
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Escrevo porque sim Porque não tenho o que esconder Se gozo ou choro escrevo Comemoro os acertos da vida escrevendo e para os encontros que diminuem minha potência guardo um tempo do dia para escrever Se fui visto chorando foi real foi intensamente real e se sorri foi real em mesma proporção Todo sofrimento é passageiro assim como toda alegria Escrevo para me salvar para tirar o peso das costas de sentir demais Sem sofrimento, jamais escreveria e sem felicidade, também.
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Se eu fosse poeta, escreveria sobre você escolheria as melhores palavras para narrar seus feitos Escreveria estrofes longas e detalhadas que descreveriam minha paixão e admiração Por outro lado, se soubesse desenhar, te desenharia Te pintaria com todas as cores do mundo em uma enorme tela e a vida vibraria através dos traços Se fosse um escultor, logo, uma escultura faria com feições fortes e um corpo quente E se fosse músico, te escreveria uma canção em mi menor, que é o único tom que conseguiria cantar Se eu fosse um artista, te transformaria em arte Te deixaria eterna nos versos, quadros, músicas e esculturas Mas como nada sou, prefiro te imaginar comigo mesmo e te eternizar em mim sem muita fidelidade ora sendo como és ora sendo apenas minha criação e no fim das contas, me perco no desejo de amar você ou a obra que criei.